
Patrick
Biólogo pela UFRJ, especialista em neurociência aplicada a vendas. Já treinou mais de 2.000 vendedores, estruturou operações comerciais e acompanhou mais de 500 empresas.
Quem é a Alta Close
No Brasil, quase ninguém trata a venda como profissão de verdade. Falta gente séria formando vendedor, produzindo conteúdo pra quem vende, sentando do lado dele pra ensinar o ofício. Sobrou palestra motivacional e ficou um espaço vazio, bem no meio de uma das profissões que mais movem empresa.
A Alta Close nasceu pra ocupar esse vazio.
Só que a gente não veio da teoria. Veio da rua. A empresa é feita por gente que viveu vendas na prática, que pegou telefone, tomou “não” na cara, fechou mês no sufoco e ainda vende até hoje, inclusive o próprio negócio. Foi por causa disso que a história tomou o rumo que tomou.
Como a gente sempre vendeu bem, sempre apareceu convite. Fundador ligava querendo contratar a gente como vendedor, achando que era só colocar alguém bom na operação que o problema de vendas se resolvia sozinho, quase como um passe de mágica. E aí a gente aprendeu a lição que virou a espinha da empresa: numa operação sem estrutura, você bota o melhor vendedor do mundo e ele afunda junto com o barco. Não é questão de talento. É questão de chão pra pisar.
O contrário também é verdade, e a gente viu isso acontecer muita vez. Dá pra desenhar o processo mais bonito, montar a estratégia, plugar as ferramentas, e mesmo assim não sair do lugar se você não sabe contratar o vendedor certo pra aquela cadeira nem tem como treinar essa pessoa direito. Estrutura sem gente boa é planilha. Gente boa sem estrutura é talento desperdiçado.
Foi juntando essas duas pontas que a Alta Close virou o que é hoje. A gente não escolhe entre processo e pessoas. Constrói os dois, ao mesmo tempo, pra que a venda pare de depender do fundador e das estrelas e vire uma máquina previsível, que aguenta receber mais gente e mais demanda sem quebrar.
Sobre

Biólogo pela UFRJ, especialista em neurociência aplicada a vendas. Já treinou mais de 2.000 vendedores, estruturou operações comerciais e acompanhou mais de 500 empresas.

De estagiário a gestor de vendas, participou de todas as fases de um funil de vendas antes de ensinar alguém a operar um. Já participou e acompanhou de perto a operação comercial de mais de 300 empresas.
Todo mundo aqui ainda vende. O que a gente entrega vem da rua, não de slide.
A gente nunca separa processo de pessoa. Um sem o outro não sai do lugar.
Venda que depende de estrela é frágil. A gente constrói o que funciona todo mês.
Não some depois do onboarding. Treinamento contínuo é manutenção, e a gente cuida da operação pra ela não regredir.
Se a sua operação ainda depende de você pra vender, a gente precisa conversar.
Falar com a gente